Quando o rádio toca lá ao longe...eu viajo!
Viajo pelo meu tempo, por mim, pelos meus anos de cabelo muito comprido, calções curtos e All-star.
Ouvi vezes sem conta esta música algures no recreio da Emídio...
E escondida no meu quarto, quando forçava as minhas depressões de adolescente!
Ainda hoje paro para ouvir esta música...porque sabe a sonhos!
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17 de março de 2010
4 de dezembro de 2008
19 de novembro de 2008
Cassete I
Hoje tropecei nesta música...
Continuo a fechar os olhos quando oiço os seus primeiros acordes...
Sabe a paixão de adolescente.
Consigo sentir ainda o vento frio no Miradouro e ver o olhar triste da Patty!
Fechávamo-nos no meu quarto. A cassete passava todas as músicas criteriosamente escolhidas para os momentos de depressão, incluindo as músicas da banda da loja.
Não falávamos. Às vezes chorávamos...
Depois passava tudo e saíamos para percorrer as ruas de Almada.
Riamos muito.
Passávamos pelo Faraó e pela Cercadanoite.
Acabávamos sempre no Miradouro.
Hoje lembrei-me de ti. Da minha amiga das depressões de adolescente.
Hoje lembrei-me que as verdadeiras amizades nunca se esquecem. Mesmo as que já não existem...
Daquele tempo, ficaram todas as músicas perdidas nas cassetes.
Ficou a memória das tuas gargalhadas.
Ficaste tu até hoje, miga*. Que bom!
* como tu dizes Iol, uma amiga é uma irmã escolhida por nós!
Continuo a fechar os olhos quando oiço os seus primeiros acordes...
Sabe a paixão de adolescente.
Consigo sentir ainda o vento frio no Miradouro e ver o olhar triste da Patty!
Fechávamo-nos no meu quarto. A cassete passava todas as músicas criteriosamente escolhidas para os momentos de depressão, incluindo as músicas da banda da loja.
Não falávamos. Às vezes chorávamos...
Depois passava tudo e saíamos para percorrer as ruas de Almada.
Riamos muito.
Passávamos pelo Faraó e pela Cercadanoite.
Acabávamos sempre no Miradouro.
Hoje lembrei-me de ti. Da minha amiga das depressões de adolescente.
Hoje lembrei-me que as verdadeiras amizades nunca se esquecem. Mesmo as que já não existem...
Daquele tempo, ficaram todas as músicas perdidas nas cassetes.
Ficou a memória das tuas gargalhadas.
Ficaste tu até hoje, miga*. Que bom!
* como tu dizes Iol, uma amiga é uma irmã escolhida por nós!
9 de outubro de 2008
Eu também andei na Emídio...a minha escola.
Sentei-me no relvado e muitas vezes me deitei a olhar o céu...tantas vezes. Agora, vou lá correr com o meu filho e fazer bolas de sabão.
Os encontros no faraó.
A Almada velha, a tasca do cão.
A guitarra no miradouro. Os dias de verão na praia do dragão.
Os encontros com quem me ensinou a amar e os seus beijos no canto da boca.
Também fui tão feliz na minha Almada.
Ao ponto de não conseguir sair.
Ficou-me cravada na pele!
Devemo-nos ter encontrado por lá!
14 de julho de 2008
33
No dia de hoje, fui apresentar a minha Almada velha ao meu filho.Subimos as ruas, como quem alcança sonhos.
Naquele silêncio tão ruidoso, apercebi-me que fiz conquistas valiosas. Naquele meu lugar, percebi que alguns dos meus sonhos de adolescente foram realizados.
Sei que caminho para alcançar todos os outros.
Mas agora, ando de mãos dadas com o meu-maior-sonho-tornado-realidade.
Aquele lugar nunca fez tanto sentido como contigo!
No meu miradouro somos o vento, e conquistamos o mundo!
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