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1 de abril de 2014

Hoje sonhei contigo. Estavas tal e qual como te recordo. A sorrir. Feliz.
Estavas ao meu lado. Havia mais pessoas mas não me lembro quem!
sei apenas que estavas feliz.


1 de maio de 2013

3 anos de um amor chamado Diogo...



Faz precisamente agora três anos que o Diogo saiu de dentro de mim. O meu amor-vulcão que veio transformar as nossas vidas. Forte. Rebelde. Teimoso. Birrento. e depois, salta para o seu outro lado, amoroso. carinhoso. meigo. preocupado. espontaneo. e independente. Delicioso.
Nasceu para me ensinar a tolerância.
É um amor gigante de quase 90 cm, feito de dias, minutos e segundos em que gostava de ser mais e melhor para eles.
Mas essa, foi a maior e mais importante lição enquanto ser humano...tenho tanto a aprender com eles!
Parabéns Meu Amor-Vulcão. e obrigada por me ensinares a ser melhor. Amo-te...


1 de abril de 2013

Estou a fazer sopa de grão...

E cheira à casa da minha avó Aura.





Saudade

Lembro-me das feições que lhe marcavam o riso. Lembro-me da maneira de ser. das conversas. do que gostava mais. dos pinos e rodas que passava a vida a fazer na praia. a expressão de sono com que acordava nas nossas férias. da forma aventureira como encarava a vida. Coisa em que sempre fomos diferentes.

O tempo assusta-me. o tempo é um fantasma. e eu tenho medo dele. Porque o meu coração é um baú com muitas caixas e caixinhas, e nelas guardo todas as minhas memórias e muito do que sinto e não digo a ninguém.
mas é o som. a sonoridade da voz. do riso. das gargalhadas que sinto que me começam a falhar.e tenho pensado muito nisso. ás vezes acho que já não me lembro do som da voz da minha avó. e às vezes acho que o som da tua voz, C. começa a desvanecer. e isso assusta-me.
Tudo esta lá. de ambas. as expressões. o olhar. o sorriso.
O amor com que vos recordo. as saudades, sempre. mas o tempo é um fantasma e eu detesto como ele anda tão depressa. sempre tão a correr.
hoje não choveu lá fora. mas chove sempre dentro do nosso peito.





15 de julho de 2012

♥ 7 ♥


Não sei muito bem como o tempo passou tão depressa.
Assim de repente, são 7 anos de ti!
de tudo o que me ensinaste. 
com o coração cheio, tão cheio, que por vezes parece que vai rebentar. 
é um amor que não se mede. que não consigo descrever.

Perfeito. Mais que perfeito.
É o que tu és

Amo-te

1 de abril de 2011

Saudade

Hoje não consigo deixar de pensar nas horas, nos dias, meses e anos. No tempo que passa a correr. No tempo que voou... Tanto se passou entretanto. E ao mesmo tempo parece que ainda foi ontem que eramos uns miúdos a rir à luz da vela. Uns míudos que deliravam com a maré baixa do mar, que andava sem destino e que ria por tudo e por nada. Riamos muito. E tenho tantas saudades dessas gargalhadas. Tantas. Fui tão feliz com vocês! E sou muito feliz por vos ter tido a partilhar tanto de mim. Tanto do que hoje sou. Hoje não consigo ententer como o tempo passou tão depressa. Hoje, mais que em todos os outros dias, sinto uma saudade imensa.

12 de agosto de 2010

Uma canção de embalar e um mês depois

Nós temos uma canção de embalar. Embalou tantas e tantas vezes o Tiago e embala agora o Diogo.
Cantamo-la baixinho, quase a sussurrar ao ouvido até que acabam por adormecer encostados ao nosso peito.
É a nossa canção de embalar, porque a "roubámos" para nós!


Ela vem de pé nuinho
O rabinho a dar a dar
Ó Nuky sai da frente
deixa o Tiago passar
Está na hora do soninho
Ó meu bem vai-te deitar
Dorme bem e sonha lindo
que a mamã está-te a guardar
Vai-te embora ó papão
do alto desse telhado
deixa dormir o Diogo
um soninho descansado
Amanhã um novo dia
que bom é ver-te acordar
um sorriso para o papá
e depois vens me abraçar
Um mês depois continuas a viver na nossa canção.
E continuarás sempre...

12 de julho de 2010

O meu amor de quatro patas!

Estou a tentar imaginar que ela está deitada na almofada em que se deita todas as noites, para dormir aos nossos pés. Ou então que está deitada numa das cadeiras da sala...
Estou a imaginar que talvez ela vá querer lamber o resto do iogurte que fica no fundo do copo. Que vou ouvi-la afiar as unhas no puff...

Que amanhã vai pedir festas antes de sairmos, e estará à porta quando entrarmos..
E estou a tentar acreditar que não preciso sentir cá dentro um vazio enorme. Um silêncio profundo.
E a certeza que perdi alguém que me ajudou a adormecer em tantas noites. E o que ela gostava de adormecer enroscada ao meu peito...e ronronava...ronronava!
Que nunca mais seremos acordados a meio da noite com as cócegas que os seus bigodes faziam na nossa cara!

Já disse que detesto sentir cá dentro o peso do "Nunca mais"...

Hoje vou adormecer com esse peso. Não vou senti-la saltar para a cama, e a deitar-se na almofada e ouvi-la ressonar!

Nunca mais a vou ver, andar aqui por casa.
Morreu magrinha, mas com um peso gigantesco nas nossas vidas.
Nunca vou esquecer a minha gata. Nunca vou esquecer a nossa gata...
E sei que amanhã vou saber agradecer o facto dela ter existido na minha vida.

Mas hoje...prefiro acreditar que está deitada na almofada em que se deita todas as noites, para dormir aos nossos pés. Ou então que está deitada numa das cadeiras da sala...e esquecer as saudades que já sinto cá dentro. Hoje e só hoje são mera fantasia.

Fica bem minha bichinha...

18 de junho de 2010

Eles II


Não sei escrever tudo o que se tem alterado dentro de mim. Não sei se o meu coração bate mais rápido por ter dois grandes amores, ou se bate agora a um ritmo mais estável...

Mas sei que às vezes tenho medo.

Medo porque sinto que todos os dias o amor que sinto por eles se transforma. E eu não sei como dizer que me sinto mais calma e menos obsessiva com o meu primeiro amor, e nem sei se isso é mesmo assim - Se o nosso coração muda o centro de gravidade com um novo amor - mas sei que por vezes me sinto culpada por isso.

Sei que os dias passam a correr - ou assim me parece - quando te leio as expressões e vejo-as já tão crescidas, tão "rapazinho". Mas depois olhas para mim, com o mesmo olhar - o que me pedia colo e aconchego. E eu dou...às vezes com o pequenino a chorar. Mas dou...porque tu és o meu primeiro amor! E esta coisas de por vezes ter que me dividir entre os dois, aperta-me o coração e é a única coisa que me faz doer nesta mudança de todos os dias.

Mas depois olho para os dois. Olho para um e olho para o outro.
E tenho outra certeza: é mesmo assim. São amores diferentes. São os meus mais perfeitos Amores. Deste mundo e do outro. E só por isso, está tudo como deveria estar. E como sempre sonhei.
Um ao meu colo - porque eu dou-lhe colo mal ele chora e não quero saber que fique mal habituado - e o outro a correr pela casa e a falar tanto que por vezes cansa.
E depois cheiro-vos. Sinto-vos. São doces e de pele macia. São os meus amores.
Sim...está tudo bem....

6 de junho de 2010

Dias assim...e um post piroso!

No chão da nossa casa, há brinquedos espalhados...
e cheira a bolo acabado de fazer!
Há alguma roupa para guardar, e papeis para organizar...
O cantinho mais arrumado, é o meu coração!
Este post piroso, serve apenas para dizer que estou bem. Organizada. feliz. Apaixonada.Cheia de Amor...por vocês...os três homens da minha vida!

E agora...vou comer uma fatia de bolo! Alguém é servido???

1 de abril de 2010

Saudades

Há dias em que tenho a certeza que, conseguir alimentar-me das saudades, é do melhor que tenho.
Sim...consigo alimentar-me das saudades...Elas enchei-me das pessoas que amo!
...
...
...
Hoje, é um desses dias!

17 de março de 2010

More than words

Quando o rádio toca lá ao longe...eu viajo!
Viajo pelo meu tempo, por mim, pelos meus anos de cabelo muito comprido, calções curtos e All-star.
Ouvi vezes sem conta esta música algures no recreio da Emídio...
E escondida no meu quarto, quando forçava as minhas depressões de adolescente!
Ainda hoje paro para ouvir esta música...porque sabe a sonhos!

9 de setembro de 2009

A música da minha infância

O meu mundo de infância ensinou-me que a imaginação não têm limites.
Nos meus desenhos, o sol podia ser vermelho e o mar amarelo. As barriguitas podiam brincar com as barbies e com os Action man do meu irmão!
Na bicicleta, conseguia ir ao Algarve e voltar, e a minha rua, transformava-se no cenário perfeito, em que eu era a iroina dos Heróis de shaolin!

À noite, ao silêncio apenas se sobrepunha os acordes que saltavam dos discos de vinil que o meu pai ouvia infinitas vezes. E ao mesmo tempo que eu brincava, ia aprendendo a gostar dos Beatles!
Sei quase todas as músicas de cor, e fazem-me voar para [o meu] mundo em que tudo era possível.

Hoje, é lançada toda a discografia remasterizada dos Beatles. E alguém já fez a reserva!
A que horas vamos
buscá-la, Pai?

Provavelmente, a música mais bonita para se dedicar a uma mulher!

12 de agosto de 2009

Chuva de estrelas

A última vez que esperei por uma chuva de estrelas , estava com vocês!
Ficamos ali, sentados num degrau, debaixo daquele céu alentejano, carregado de estrelas, esperando que de repente, elas começassem a voar...
Deitamo-nos de madrugada. Vimos estrelas-cadentes e pedimos desejos.
Esquecemo-nos apenas de um: Que ficássemos juntos para sempre!

6 de agosto de 2009

Pactos


Quando se tem 16 anos, fazem-se pactos porque descobrimos que podemos ser especiais, e temos sonhos de adolescente que partilhamos juntas.
Aos 34 anos, fazemos pactos porque temos a certeza que somos especiais, e que a amiga-para-a-toda-a-vida, é verdadeiramente isso, porque descobrimos que ainda partilhamos sonhos aos 34!
Obrigada miga...

24 de julho de 2009

Os próximos dias a que chamamos férias!!!

Serão dias...
Dias para não ter horários....não ter rotinas.

(mesmo sabendo que as rotinas são o lado saudável-da-minha-vida, porque significa que tudo está como sempre foi).
Dias em que não chegarei apenas de carro ao meu destino.
Dias em que terei outros destinos...
Dias em que não usarei o cartão de ponto, nem ficarei preocupada por chegar 10 minutos atrasada, porque os minutos que saio mais tarde não contam...

Serão dias para andar devagar (ou depressa se me apetecer)!
Para me sentar a olhar o horizonte...ver o pôr-do-sol!
Ver o céu estrelado, ou tentar descobrir com a minha estrela-polar, em que nuvem se esconde a lua.

Descobrir novos sítios. Sentir o toque do mar no meu corpo.
Fazer sandes e lavar fruta para um dia na praia.
Para rir. Para ler. Para dormitar. Para brincar. Para Amar. Para sonhar acordada!
Para relembrar todos os dias-de-fazer-nada-e-fazer-tudo que vivi com as minhas Estrelas-cadentes.

Dias para olhar-me! Para sentir-me...
Dias para ter a certeza que nada interessa, senão ter estes dias cheios de vocês!
Serão dias que não se repetiram.
Mas que eu guardarei no meu coração que tem gavetas onde guardo todos os outros dias, e guardo sonhos, desejos, angústias, revoltas, saudades, cheiros, memórias, lições e amores!
No meu coração cabe tudo. Até os dias que ainda hoje me fazem sofrer!

Mas a gaveta maior és tu, meu Amor-maior


[e tu que és um sonho pequenino]!

Serão dias em que poderei abrir todas as gavetas do meu coração...as que eu quiser!!!


Serão dias para ter tempo para ser feliz...
...

...
...
...
Até lá...fiquem bem!

11 de maio de 2009

Estrelas Cadentes

Eu tinha 16 anos, e tu, o cabelo comprido encaracolado!!!
Tínhamos a vida pela frente, e a frescura na pele daquela noite em que fiz 16 anos e nos tornamos irmãs!
Caminhámos pelas nossas ruas, e pelo nosso destino que imaginávamos juntas como seria.
E sonhávamos.
Hoje somos mulheres e continuamos a sonhar juntas.

E hoje, não tenho 16 anos, mas tenho mais uma
amiga, que não percorreu comigo as ruas de Almada, mas percorre os meus dias e está lá…no sitio onde estão as minhas estrelas cadentes!!!