25 de junho de 2008

Tudo vale apena...

...naquele momento:

- mãe...minha!
E sinto os braçinhos dele a envolverem-me, num dos melhores abraços de todo o universo!

- Sim, serei sempre tua.
Porque só assim faz sentido e porque essa é a maior verdade que conheço.
E não me importo.
Porque somos um do outro, e porque essa é a maior verdade que conhecerei!

20 de junho de 2008

Fotografia III

Ontem, de caminho a casa...o cheiro a pinheiros invadiu-me.
Ando a vasculhar os meus "pixeis" de memória.
Consigo sentir tudo novamente, não só dentro de mim, mas também na pele.

Hoje acordei com tantas, tantas saudades "nossas"!!!

Para que aqui fique registado...Adoro-vos!



18 de junho de 2008

A sombra do Vento

Haviam de passar muitos meses de olhares e anseios vãos antes que Julián Carax e Penélope pudessem estar a sós. Viviam do acaso. Encontravam-se nos corredores, observavam-se de extremos opostos da mesa, roçavam-se em silêncio, sentiam-se na ausência. Trocaram as primeiras palavras na biblioteca da casa da Avenida del Tibidabo numa tarde de tempestade em que a «Villa Penélope» se inundou do esplendor de círios, apenas uns segundos roubados à penumbra em que Julián julgou ver nos olhos da rapariga a certeza de que ambos sentiam o mesmo, que os devorava o mesmo segredo.

Carlos Ruiz Zafón

Que bom...

Por vezes, alguém escreve parte das nossas culpas.
E o miradouro, é o mesmo!

17 de junho de 2008

...

Na minha tentativa desesperada de baixar os consumos do meu carro, hoje... ia sendo ultrapassada por um pesado!
Bati no fundo!!!

A bem da verdade, o tipo ia muito rápido!!!!

15 de junho de 2008

Praia e mais praia


Nos últimos fins-de-semana, temos ido para a praia.
E é tão bom, porque corremos, brincamos e queimamos muitas energias!!!

5 de junho de 2008

Certeza Absoluta II



Sou viciada na Anatomia de Grey...

Certeza Absoluta I

Sempre que está a dar na televisão, qualquer coisa que eu quero muito, muito ver...
O Tiago pede-me xixi ou cocó!!!
(Ás vezes mais que uma vez!)

20 de maio de 2008

Adormecer

O adormecer é feito de rituais.
Pequenos truques que nos fazem terminar o dia com a certeza de um-mundo-só-nosso!
Deito-me e tu aconchegaste a mim.
Sinto-te colado ao meu corpo e os teus dedos a entrelaçarem-se no meu cabelo.
É a minha vida com "letra grande" que se acalma no meu colo.

Fechas os olhos e eu fecho os meus.
Adormecemos juntos e eu adoro esse mundo-que-é-só-nosso.

13 de maio de 2008

Duas horas para lá....duas horas para cá!!!

Trabalho num raio de um concelho que entope com uma simples obra para uma rotunda.
Duas horas de caminho para lá...
stress...reunião marcada para as 9.15 e eu fechada dentro de um autocarro, na bela localidade que tem por belo nome...Coina!
para cá...
duas horas de caminho...
Aproveitei para Sonhar acordada, e viajar por onde me leva a mente.
Música no máximo, e para libertar o cansaço de um dia de reuniões....
Nada melhor que cantar e dançar no comboio que me trazia de volta à civilização!!!!!....
Juro que dançei mesmo...claro que a carruagem do comboio estava vazia!!!!

9 de maio de 2008

Regresso

Há dias complicados.
Quando parece que só queremos um cantinho.

O meu cantinho é ai.
O meu porto de abrigo.
Voltei e deitei-me no sofá.
Dava desenhos animados na televisão. Do outro lado só faltava o meu irmão e a manta que nos protegia dos Invernos frios. Lá fora a chuva.

Voltei a ser criança!

Mas desta vez, junto ao meu corpo estava o meu tesouro.
Chuchava no dedo e eu sussurrava ao ouvido...
Amo-te

14 de abril de 2008

Conquista

Crescemos todos os dias mais um bocadinho.
É uma criança que brinca feliz.
É cada vez mais ele, e é cada vez mais meu!
Adoro a naturalidade com que me dá Um-Beijinho-Com-Barulho!!!
Sou conquistada a cada momento!

9 de abril de 2008

...

"Quem nunca sofreu por amor nunca aprenderá a amar. Amar é o terror de perder o outro, é o medo do silêncio e do quarto deserto, de tudo o que se pensa sem poder falar, do que se murmura a sós sem ter a quem dizer em voz alta. É preciso sentir esse terror para saber o que é amar".

Rio das Flores, Miguel Sousa Tavares

1 de abril de 2008

Eternamente

«…Sabes, quem não acredita em Deus, acredita nestas coisas, que tem como evidentes. Acredita na eternidade das pedras e não na dos sentimentos; acredita na integridade da água, do vento, das estrelas. Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da água do rio onde tantas vezes mergulhámos a cara, para sempre passaremos pela sombra da árvore onde tantas vezes parámos, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos através do silêncio das noites quietas em que tantas vezes olhámos o céu e interrogamos o seu sentido. Nisto eu acredito: na veemência destas coisas sem principio e nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos.
E a tua voz ouço-a agora, vinda de longe, como o som do mar imaginado dentro de um búzio. Vejo-te através da espuma quebrada na areia das praias, num mar de Setembro, com cheiro a algas e a iodo. E de novo acredito que nada do que é importante se perde para sempre verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre….»

Eternamente de Não te deixarei morrer, David Crockett
Miguel Sousa Tavares