30 de outubro de 2008

Tempo

Por simpatia...ou não, é habitual ficar como o tempo!
Hoje estamos cinzentos.
Com a chuva a cair, só me apetecia sofá, mantas e chá quente, quente, quase a ferver!!!

e ficar ali...quieta a vegetar que nem um brócolo!!!!

17 de outubro de 2008

Mais viciada que nunca...

De olhos postos sem pestanejar...
Foi assim...
Adorei...
Adoro os encontros e desencontros e as declarações pirosas!
Sim, sou pirosa no que se refere ao amor!


Reciclar

Mãe...fui "Ecotonto bede"!!!

Pôr o quê?

Bido!!!

8 de outubro de 2008

Bom...bom...bom!

Na escola, a educadora pediu ao Tiago para falar sobre a mãe.
(e do pai...mas agora não interessa nada!!!)...

Olhou para ela, e batendo com o dedo no peito disse...a mãe é minha.

Agora se me dão licença, vou ali limpar a baba e já volto!

29 de setembro de 2008

Conclusão

O Domingo começou bem, com saudades afogadas em conversas e gargalhadas dos nossos filhos a brincar. Tudo tão bom!

Planeamos um domingo em casa.
Nos meus sonhos podíamos descansar e eu iria conseguir fazer tudo o que me apetecia durante a sesta longa que o "pilholho" iria fazer!

Assim será, mas noutro domingo!
A sesta longa foi mentira. E o Tiago muito tempo fechado dentro de casa, torna-se insuportável.
Conclusão: Há dias em que não nos conseguimos aturar...

Segunda começou bem, porque já lancei o meu sorriso benfiquista aos meus amigos lagartos, que têm a infeliz ideia de me melgar, nas vezes que o glorioso perde!!!!

17 de setembro de 2008

Futuro

Dois projectos...

Um na cabeça...
outro no coração!

futuro
do Lat. futuru, que há de ser

s. m.,
tempo que há-de vir a ser;
por vir;
destino;
noivo;

Gram.,
tempo verbal, relativo à acção que há-de realizar-se;

adj.,
que há-de vir;
que há-de ser.

2 de setembro de 2008

O ciclo da vida

Muitas coisas marcaram a minha vida. Outras tantas (espero) me marcaram...
Digo isto, com a certeza que a ginástica foi muito importante para mim.
Através dela aprendi enquanto crescia, o que era responsabilidade, espírito de equipa, orgulho, dedicação.
Proporcionou-me confiança e auto-estima, mas obrigou-me também a lidar com as minhas limitações. Ensinou-me a lidar com a dor.
Mostrou-me que quando queria muito, conseguia e que a dedicação é uma ferramenta de trabalho.
Aprendi que o esforço de outros, dependia do meu próprio esforço. Ensinou-me o que era espírito de equipa.
E hoje, sei que parte do que sou, devo também aos anos e anos que vivi dentro de um ginásio. Transporto para o meu dia a dia, todas estas lições!
E vivem ainda hoje dentro de mim, todas as amizades que ali, naquele universo fomos criando e alimentando com muitas gargalhadas e brincadeiras. Ainda hoje fazem parte da minha vida, algumas dessas amizades, que eu tanto adoro e prezo.

E quero muito que o meu bocadinho de mim, cresça a aprender todos estes valores.

Hoje, colocamos pela primeira vez os pezinhos num praticável!
Espero que ele goste e que pule e corra muito. Que aprenda a voar e que essas asas o acompanhem pela vida fora. Que conquiste daquelas amizades que nos ajudam a bater as asas quando estamos muito cansados.
Sou uma sortuda por vos ter queridas! Desejo apenas que o meu filho possa saber o que isso é!

Gostaria muito de ter acompanhado o meu pequenino ao seu novo mundo, mas a professora não deixou. É uma das nossas amigas da mista!!! Acho que ainda são reminiscências da ditadura do João Socorro!!!!

24 de agosto de 2008

Por ca´...

Os jogos olímpicos acabaram hoje.
Mas cá em casa, o meu filho esforça-se por ser o melhor numa determinada modalidade:
Tiro ao alvo.
Sendo que o alvo é a Nuky!!!!!

22 de agosto de 2008

Nada melhor que...

Almoçar depressa, correr para o café para ver o "Nélson Évora" receber uma medalha de ouro.
Ver a bandeira de Portugal subir e ouvir o Hino.
Arrepiante.

Depois...sentar na esplanada junto ao rio, com uma vista soberba de Lisboa, a ler o meu livrinho e a comer um "bruta" gelado!!!

Há hora de almoçar mais perfeita que esta???!!!

20 de agosto de 2008

Upgrade

Gosto de te ouvir contar até 10, mesmo quando te esqueçes do 6...

Fico facinada por saberes qual é a tua letra, e também por reconheçeres o R do avô, o N do tio, o F de foca e o I de impala, e mais algumas letras que tu memorizaste do teu livro dos "bissos".
Adoro ouvir-te dizer "colhelho" ou "pilholo"!
Delicio-me quando me dizes que a bolacha que tens na mão já trincada, é um barco ou outra coisa qualquer.

E quando tentas fazer as cambalhotas que os "menhinhos" da televisão também fazem.
E é tão bom ver-te crescer!

18 de agosto de 2008

Foram...

Crescemos.
Foram dias cheios de nós e crescemos.
Acordamos devagar e preenchemos os dias com o que nos apetecia no momento.
Deitamo-nos tarde.

Regressamos à minha praia.
Fui criança. Tive saudades.
Mergulhei. Vi o pôr-do-sol. Respirei fundo, muitas vezes! Amuei, e tu estás sempre ao meu lado. Obrigada.

Senti saudades de casa.
És feliz.
Sou muito feliz.

10 de agosto de 2008

Regresso II


Gostaria de traduzir em palavras, tudo o que o coração sente.
...
Regressei a um dos lugares da minha vida. O centro de mim!

Talvez sem sentido, mas...os sentimentos surgiram-me contraditórios. Estar ali, provocou-me um misto de leveza e tranquilidade, e de tristeza e saudosismo.

O vento trouxe-me gargalhadas e risos, e o sol quente fez-me reviver dias imensos de praia vividos com a tonta intensidade de uma criança e adolescente.
Revivi as brincadeiras, as caminhadas, as descobertas.

Ressenti amores e medos!
Senti-me acompanhada por memórias.

Senti-me tão acompanhada por "nós"...

Saudades. Foi o que mais senti!

Descobri então, que o que faz aquele lugar ser mágico...são vocês.
E é essa magia e a falta que ela me fez, que não consigo traduzir em palavras!

Redescobri uma nova magia com o meu pequeno amor!
De regresso a casa, lembrei-me do jogo com a minha avó Aura no banco de trás do carro do meu tio...quem visse o Cristo-rei primeiro ganhava!

Sou afortunada por ter o coração-tão-cheio-de-vocês!

26 de julho de 2008

Into the wild

«...As únicas oferendas do mar são puros golpes, e a oportunidade ocasional de nos sentirmos fortes. Não sei muito sobre o mar. Mas sei que é assim.

E também sei que, na vida, o mais importante não é necessariamente sermos fortes, mas sentirmo-nos fortes.
Pormo-nos à prova pelo menos uma vez.
Colocarmo-nos pelo menos uma vez nas mais primitivas condições humanas.
Enfrentar sozinhos a rocha cega e surda, sem outra ajuda, que não seja a das nossas mãos e do nosso cérebro....».