9 de outubro de 2008

Tudo é mais intenso em Almada. Os amores, as desilusões, as amizades!
Eu também andei na Emídio...a minha escola.
Sentei-me no relvado e muitas vezes me deitei a olhar o céu...tantas vezes. Agora, vou lá correr com o meu filho e fazer bolas de sabão.
Os encontros no faraó.
A Almada velha, a tasca do cão.
A guitarra no miradouro. Os dias de verão na praia do dragão.
Os encontros com quem me ensinou a amar e os seus beijos no canto da boca.
Também fui tão feliz na minha Almada.
Ao ponto de não conseguir sair.
Ficou-me cravada na pele!


Devemo-nos ter encontrado por lá!

3 comentários:

lady disse...

Patrícia, obrigada...
Eu saí de Almada [e não me arrependo em termos de qualidade de vida] mas a "casa" todas as semanas. É a minha cidade. É lá que está o que sou.

"Na margem esquerda do Tejo, do lado certo da vida."

Acho muito engraçado falares na ginástica porque as minhas grandes amigas de escola andavam na rítmica na Academia [eu não tinha corpo para isso :)].

Manda e.mail.
diasdeumaprincesa@gmail.com

Patrícia disse...

Nunca sai de Almada, porque nunca precisei. Se assim tiver que ser, provavelmente o farei. Regressaria sempre. Tal como fazes...
É bom saber que o meu "bairrismo" pouco compreendido por alguns, é sentido não só por mim.
Mas só entende quem lá cresceu, não é?!

La Sevilhana disse...

Eu também sou bairrista!! Margem Sul Power!!